A Justiça no seu meio “jeitinho brasileiro”

Depois de inúmeras acusações e nada feito para retirá-lo do poder, o deputado Eduardo Cunha (finalmente) foi afastado do cargo de deputado e chefe da câmara devido, por outros fatores também, a sua possível colocação como vice-presidente do país em uma possível saída de Dilma Rousseff.

O afastamento acontece em um ponto importante da política brasileira, que se aproxima da votação do processo de impeachment no Senado. Até então intocável na presidência da câmara, Cunha foi afasto pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki.

Isso mostra, mais uma vez, que a justiça brasileira sempre surpreende com seu “jeitinho”. Não bastasse o show de horrores da votação na câmara, Cunha ainda ficou um tempo “esquentando sua cadeira” antes de ser afastado do cargo. Agora, na linha sucessória, que deverá assumir a vice-presidência é Renan Calheiros.

Por outro lado, a lei da ficha limpa determinou (ou pelo menos publicou para a imprensa inteira cair matando em cima) que Michel Temer deveria ficar inelegível pelos próximos oito anos. Será que todos esses fatos vão acordar de vez os ignorantes e teremos mudanças significativas?

Acompanhe os próximos capítulos…

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