A derrapada na hora de se criar publicidade

(Foto: Reprodução/Estadão)

 

A revista Vogue lançou nesta quarta-feira (24) uma campanha intitulada “Somos Todos Paralímpicos” para promover as Paralimpíadas que acontecem em setembro no Rio de Janeiro. Para isso, a revista utilizou os atores Paulo Vilhena e Cléo Pires para estampar a campanha.

Entretanto, o que se viu foi uma divulgação com ares polêmicos: os dois atores, que não tem nenhum tipo de deficiência física ou mental, aparecem na campanha com o braço amputado (Cléo) e uma perna robotizada (Paulo). O “design” foi inspirado nos atletas Renato Leite, do vôlei, e Bruna Alexandre, do tênis.

A ideia, a princípio, foi boa, bem pensada para divulgar um evento que é pouco valorizado pela grande mídia, mas a ideia de utilizar os dois atores fugiu um pouco do propósito. Cléo e Paulo são embaixadores paralímpicos por indicação de Marcelo Rubens Paiva, mas acho que caberia os dois atletas aparecerem na campanha do que os dois atores. Juntar as duas ideias (atores e atletas) criou um certo sentimento de “improviso” ou “não se pensar duas vezes” na hora de criar a publicidade.

Polêmicas a parte, a campanha merece respeito.

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