Nossa sociedade não está pronta para as críticas

 

Em uma de minhas pesquisas por vídeos no Youtube (principalmente para analisar e inserir conteúdo aqui no Blog e para o canal de vídeos), me deparei com uma análise do youtuber Murilo Araújo, do canal Muro Pequeno, sobre um vídeo do Luba sobre preconceito (assista o vídeo aqui).

Basicamente, Luba fala sobre os preconceituosos e sobre as pessoas que o criticaram sobre um post no Twitter sobre “Padrãozinho”. Para quem assistir o vídeo do LubaTV e do Muro Pequeno, vai entender do que eu estou dizendo daqui para frente no texto.

Murilo vem em seu canal falar sobre o vídeo de Luba e analisar que devemos falar sim sobre os preconceitos. Na minha visão, Murilo quis mostrar que algumas pessoas não tem uma visão correta de mundo, principalmente alguém que nasce em classe média, branco e que fez sucesso sem revelar sua orientação sexual (mas no fundo, ninguém “imaginaria” que Luba fosse gay. Todos estão acostumados a seguir um “padrão” de sociedade).

Não quero aqui abrir críticas a ninguém (por mais que meus textos tenham essa conotação), mas eu entendo tanto o lado de um quanto o lado de outro. Fui criado em classe média, mas sei de alguns (não todos) problemas que temos em nossa sociedade, pois são uma minoria que aceita o diferente e não julga ninguém por isso. Por mais que sejam assuntos delicados, eu concordo com o Murilo, devemos sim colocá-los na mesa.

Não devemos afastar o hétero homofóbico com os dizeres “Sai Hétero” ou “Sai Homofóbico”, mas chama-lo para uma conversa franca e mostrar o que realmente está errado no mundo (isso é difícil, mas enquanto a população ignorar o diálogo saudável e ignorar o aprendizado mútuo, ainda teremos problemas bem piores do que “só um desencontro de informações”)

Por mais incrível que isso pareça, não devemos julgar as pessoas por suas escolhas, sejam eles gays, lésbicas, trans ou cis, e nem julgar a cor da pele, pois não estamos neste mundo para julgar e sim para viver em harmonia e paz.

O discurso pode ser fácil, mas precisamos ir mais a campo, ir mais a fundo no problema. Enquanto temos críticos que xingam a política no alto de seus castelos, temos pessoas que estão na rua e lutando realmente por uma igualdade, lutando realmente por um propósito.

Temos aqui perfis de pessoas que lutam por uma igualdade. Tudo é um grande aprendizado que devemos levar para as nossas vidas, e por isso devemos aprender com episódios como esse. Se fizermos tudo com sabedoria e paciência (acima de tudo), vamos conseguir chegar em um quociente comum.

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